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 Missão para Guilherme Antonius

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Perséfone

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MensagemAssunto: Missão para Guilherme Antonius   Qua Dez 11, 2013 11:34 am






Como é de costume, uma vez por semana, Caça a Bandeira, uma disputa “amigável” entre os chalés.
Nada seria diferente naquela semana, os campistas se preparavam para a disputa, espalhados pelo refeitório, arrumando as armaduras e armas, quando Quíron entrou a galope no refeitório.
- A Caça a Bandeira dessa semana será cancelada, voltem aos seus dormitórios, e não saiam de lá sem permissão, qualquer um pego fora de seu dormitório será castigado.
Ele falou de forma preocupada enquanto corria os olhos pelo lugar a procura de um semideus em especial, logo que avistou Guilherme, o filho de Hermes o chamou em um canto.
- Um campista desapareceu na floresta, preciso que você vá até lá e tente encontra-lo, evite qualquer briga desnecessária.
Disse e se afastou para colocar os campistas de volta aos seus dormitórios, e acalmar o animo de um grupo que parecia exaltado.

AVISOS:
- Minimo de 15 linhas;
- Serão avaliados, português, criatividade e elaboração;
- Armas e poderes  utilizados em spoiler;
- No post deverá conter  o que você fazia antes de ser abordado por Quiron, como reagiu, o que fez na floresta, como encontrou o campista desaparecido , e quando voltou ao acampamento;
- Em algum momento, você deverá descobrir que o desaparecimento se deve por causa de uma criatura, escolha a criatura, e como a enfrentou(ou fugiu).
- Período para entrega: 10 dias;
- Boa sorte!

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Guilherme Antonius
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MensagemAssunto: Re: Missão para Guilherme Antonius   Sex Dez 13, 2013 8:24 am

LEGENDA:
 

Itens e poderes:
 
Saí discretamente do refeitório.
As palavras de Quíron, nosso sábio centauro, ainda ecoavam em minha cabeça.
"Um campista desapareceu na floresta, preciso que você vá até lá e tente encontra-lo, evite qualquer briga desnecessária", dissera o centauro.
Entrar na floresta, encontrar um campista desaparecido e sair de lá, são e salvo e evitar confrontos. O.k, parecia simples. Ao menos, era o que eu desejava.
Enquanto corria até a floresta, os últimos acontecimentos daquela fatídica noite passaram por minha mente.

•••

Eu estava no refeitório. Já havia terminado de vestir minha armadura, então, corria os olhos pelos itens mágicos disponíveis para o jogo de Caça à Bandeira, apesar de já ter minha espada, White Wings em mãos. Eu estava justamente interessado em um jogo de dardos afiados quando Quíron, trotando até o centro do Pavilhão, anunciou a todos:
- A Caça a Bandeira dessa semana será cancelada, voltem aos seus dormitórios, e não saiam de lá sem permissão, qualquer um pego fora de seu dormitório será castigado.
Todos os campistas ficaram incrédulos.
"Como assim? A Caça à Bandeira cancelada?", diziam os semideuses, indignados.
Tratei de remover meus trajes de guerra e guardar minha lâmina, quando o centauro, depois de correr os olhos pelo local, fez sinal para eu me aproximar.
"Eu não fiz nada... Hoje", consegui pensar, antes de me dirigir à ele (Quíron).
-Pois não?- Indaguei.
Puxando-me até o fundo do ambiente, respondeu-me Quíron:
- Um campista desapareceu na floresta, preciso que você vá até lá e tente encontra-lo, evite qualquer briga desnecessária.
-Espere. Um campista sumiu na floresta? E à noite?
-Sim. Não sabemos quem, mas Argos o avistou. Tentou impedi-lo de ir, mas não teve tempo. O campista já havia entrada mata a dentro. Escolhi você para ir pois, como filho de Hermes, você é naturalmente programado a sobreviver em explorações e buscas.
-De fato. Tudo bem, Quíron. Bombeiro Guilherme se apresentando.
-Maravilha. Conto com você. Agora, com licença. Vou acalmar os campistas. Toda essa confusão exaltou os outros campistas. Boa sorte Guilherme.
E com isso, o centauro se afastou, de volta a seus afazeres. Quanto a mim, removi as últimas partes da minha armadura (Grevas, caneleiras, etc.) e retirei-me, cautelosamente, do refeitório, pois não queria deixar os outros meio-sangues mais alarmados do que já estavam, anunciando um desaparecimento.

•••

A Floresta se erguia sobre minhas vistas.
Altos ciprestes, freixos, pinheiros, além de outras plantas desconhecidas a mim, eram fracamente iluminadas pelo luar.
Comecei a me locomover. Parei ao ver duas coisas: A primeira, pegadas. pegadas de um calçado humano, talvez 36 ou 38. A segunda, era uma cobra, uma Falsa Coral (preta e vermelha). Por ser filho de Hermes, não me assustei quando a cobra falou em meus pensamentos:
"Olá filho de Hermes".
-Olá. Você poderia me dar uma informação?
"Ah sim. Tem uma toca de ratazanas logo ali, na curva da colina. Ou melhor, tinha", e com isso, a cobra se agitou, revelando os pequenos "montes" em suas costas.
-Não é isso. Você viu um campista entrando na floresta, ainda a pouco?
"Hum. Sim. Era um garoto magricela, armado apenas por uma foice. então, ele entrou na mata, e aí, foi-se. Entendeu? O menino da foice, foi-se".
-Ah... Há, há. Bom trocadilho- Eu respondi. Quem sabe, na manhã seguinte, eu volte e ensine a essa cobra o que realmente é uma piada engraçada- Então, esse campista entrou na mata. E armado com uma foice?
"Isso".
-Muito obrigado. Boa noite.
Deixei a cobra para trás, e segui a trilha da mata.
Empunhei White Wings em sua forma de espada, por precaução, e também, para facilitar minha busca, cortando galhos e cipós em meu caminho. De vez em quando, eu encontrava outras cobras e serpentes (A floresta estava cheia delas), mas, na maioria das vezes, eu ouvia mais idolatrias, do tipo, "Olha lá o filho de Hermes", do que ajuda. Contudo, obtive algumas pistas, como galhos quebrados, ou simplesmente, uma trilha intacta no meio da mata. Era muita coincidência.
Segui o "caminho alternativo", até alcançar um penhasco, sobre uma clareira. No alto do penhasco, uma árvore zumbia. Os zumbidos vinham de uma colmeia. E da colmeia... Deuses!... Saíram abelhas, que, após se unirem, se transformaram em uma menina. A garota usava um vestido de seda amarela, com detalhes em preto. Era magra, mas graciosa e muito, muito bonita.
-Olá semideus-Disse-me a menina.
-Ah... Olá. Você é uma ninfa?
-Sim. Sou uma tría, uma ninfa das abelhas. Meu nome é Mel.
-Prazer. Sou Guilherme. Hã, porque exatamente...
-Eu estou falando com você?- Completou Mel- Preciso alertá-lo.

-Alertar-me sobre o quê?
-Sua busca.
-Qual o problema, Mel?
-O semideus que você procura, está com problemas.
-Ah, isso? Ele realmente estará com problemas. Pra começar, eu vou dar uns cascudos nele, depois, Quíron vai falar com ele, e, se ele estiver com azar, é possível que o Sr.D o transforme em barata e o esmague com os pés, e...
-Não é disso que eu estou falando! Me refiro aos monstros.
-Ah. Os monstros. Quem são?
-Eles vivem ali em baixo, na clareira, dentro da gruta aqui embaixo.
-Uma gruta? Maravilha, um lugar fechado. E quem são eles?
-Você descobrirá. O que eu posso fazer é dar-lhe uma pequena profecia.
-Profecia?
-Sim. As Trías possuem o mel profético, o mel que nos permitem profetizar sobre o futuro.
-Uau. Isso sim é legal. Então, você tem uma profecia aí?
-Sim. Escute com atenção:
"Filho de Hermes,
Buscai o filho da colheita
Cuidado, ó pois,
Pois a vitória feita,
É dada ao astuto,
Que negocia, jura e aceita"


A ninfa terminou.
-Desejo-lhe sorte, Meio-Sangue.
-Obrigado- Agradeci, ainda pensando nos versos citados. O que será que significava "Pois a vitória feita/É dada ao astuto"?
Cheguei a ponta do penhasco.
Dei o comando "Maia", e, como o esperado, asas surgiram em meus tênis, e assim, planei até a clareira.
A entrada da gruta era imensa, com aproximadamente uns quatro ou cinco metros de altura, o suficiente para um ônibus londrino. Entrei em um silêncio furtivo. O ar cheirava a cachorro molhado.
Resisti ao impulso de chamar pelo campista desaparecido. Algo naquela caverna não cheirava bem (Me refiro a uma sensação, apesar do aroma local não ser melhor).
Ecos. Passos rápidos ecoavam, atrás de mim. Ergui a espada.
-Quem... Quem está aí?- Eu disse, olhando em volta.
Olhos vermelhos me fitaram na escuridão. Então, veio um rugido. Depois um latido. Por último, uma nuvem de sombras selvagens saltou sobre mim. Consegui matar três criaturas com minha arma, mas fui rapidamente dominado. Um baque em minha cabeça, e o mundo escureceu por completo.
•••
Eu estava amarrado em uma estalagmite.
A minha vola, criaturas humanoides, híbridas de homem e cão. Ao meu lado, um garoto que cheirava ao campo de morangos do acampamento. Com toda a certeza, o meio-sangue desaparecido,
-O que são...
-Cinocéfalos- Respondeu o semideus ao lado.
-Quem?
-Cinocéfalos, Homens-Cão.
-Ah. Nunca perceberia. Obrigado. Você é...?
-Gregory Green, filho de Deméter.
-Eu estava procurando você. Quíron me enviou. Meu nome é Guilherme.
-Ah. Prazer. Você tem um plano para sair daqui, não é?
-Bem...
-Silêncio!- Urrou um dos Cinocéfalos- Vocês têm direito de ficarem calados.
-Oi? Eu conheço você?- Perguntei.
-Quieto!
-Ah, já sei. Beethowen, o são-bernardo.
-Quê?!
-Não, não. Laika, a cadela astronauta? Bidu? Bolt?
-Chega! Meu nome é...- O bicho deu uns latidos e alguns rosnados- Mas me chame de "Monarcão".
-Monarcão... De monarca com cão?
-Isso!
-O.k, Monarcão... Explique-me: Por que mesmo nós somos seus prisioneiros, ó grande monarca?
-Hunf! Esse seu amigo, do seu lado, teve a audácia de invadir nossa clareira e matar nove irmãos de nossa sociedade. E você, invadiu nossa caverna e matou mais três!
-Ops. Pardon Moi, tive que me defender. Desculpe. Agora, hã, poderia libertar a gente?
-Não! Vocês nos matarão! Sei que vão tentar!
-E vamos mesmo!- Gritou Gregory de volta.
-Você sabe que não está ajudando, não sabe?- Perguntei à Gregory, fuzilando-o com os olhos.
-Vejam pelo lado bom, semideuses: Depois de algumas horinhas aí, expostos a todos, terão a honra de estar em nosso jantar!
-Jantar? Maravilha! Qual o cardápio?
-Churrasco!
-Ah, eu adoro e me amarro em churrasco!
-De semideus!
-Como é que é?
-Até depois, meio-sangues!
O monstro se retirou.
-Churrasco de semideus. É o fim da picada.
-O que você me diz?
-O que eu digo? Bem, no meu país, o Brasil, nós comemos churrasco na laje, e não temperamos, a não ser com sal grosso. Também acho que carne semidivina não é lá muito digesta...
-Não é disso que eu estou falando! Planos! Você tem um plano?
Abri meu habitual sorriso travesso.
-Achei que você nunca ia me perguntar.
•••
Contei à Gregory sobre a pequena profecia, sobre a ninfa das abelhas, Mel, e o que eu havia planejado para sairmos dali.
-Tem certeza de que vai funcionar?
-Tem que funcionar, caso contrário: Bona Petít, Cinocéfalos!
-O.k. Hã, você começa?
-É claro!- Corri os olhos, procurando o líder dos monstros- Olá? Com licença? A comida gostaria de falar com o chefe, por favor! Ei! Monarcão!
O homem-cão aproximou-se, visivelmente cansado de minhas piadas.
-O que é?
-Sabe, estive pensando: Vocês parecem ser super civilizados.
-Muito civilizados.
-Pois é. Tão civilizados... Ao mesmo tempo, tão necessitados...
-Necessitados? Que história é essa?
-Ora, corta essa! Estamos no meio da floresta, só com árvores, arbustinhos e ninfas bonitinhas... Nada que um cão... Ou Homem-cão, goste. Mas, hoje é seu dia de sorte. Você deve estar se perguntando: Por que é meu dia de sorte?- Imitei sarcasticamente a voz dos cinocéfalos- E eu respondo: Eu sou filho de Hermes, o deus do comércio e dos negócios, e meu amigo, Greg, é filho de Deméter, a deusa da agricultura! Podemos fechar negócio: Você nos liberta, e em troca, damos a vocês uma plantação inteira de frutas, verduras, ervas, condimentos e muito mais! E aí? O que me diz?
-Nada feito! Quem me garante que vocês cumprirão o acordo e não nos matarão?
-Sabia que diria isso. Monarcão, nós juramos pelo Rio Estige que cumpriremos nosso acordo e principalmente, não os mataremos, a não ser que aja quebra de contrata em qualquer uma das partes.
Um trovão ribombou no céu.
-Negócio fechado! 
Os monstros nos libertaram e nos devolveram nossas coisas. Dirigi-me à saída.
-Acompanhe-nos, cavaleiros, sim?
Todos nos seguiram.
-Greg, é com você.
Gregory fechou seus olhos e ergueu suas mãos. Em minutos, uma plantação inteira surgiu em nossos olhos. Havia de tudo um pouco: Frutas terrenas (As arbóreas também surgiram nas árvores), legumes, verduras, ervas e especiarias. Os monstros pareceram impressionados.
-Incrível, semideuses.
-Obrigado, Monarcão. bem, então, até mais ver!
Os guardas cinocéfalos nos cercaram e agarraram Gregory.
-Ah não. Estive pensando: Agora que temos tudo isso, uns semideuses para acompanhar ficariam deliciosos.
-Mas você jurou pelo Estige!
-Sim. Jurei que libertaria vocês para cumprirem com acordo. Vocês já cumpriram. Eu também. Agora, não conta mais.
Levei a mão ao bolso. Consegui achar White Wings.
-Tem razão.
-Tenho?
-Claro- Empunhei a espada, próximo a Monarcão- E isso significa que nós também já cumprimos a nossa. O que significa uma coisa: Boa viagem ao Tártaro!
E com isso, decepei a cabeça do líder cinocéfalo.
Os outros monstros urraram, atacando-nos.
-Greg, agora!
A plantação surtou. As folhas tornaram-se afiadas e voaram em todas as direções, cortando tudo a seu caminho. As plantas cresceram, formando um labirinto selvagem.
-Por aqui, Guilherme!
A plantação abriu-se, formando uma trilha até o filho de Deméter.
Corremos mata a dentro, os monstros ainda presos nas plantas selvagens. 
-A propósito: Sua ideia de enganá-los para que eu invocasse plantas e me fortalecesse... Foi uma ótima ideia.
-Obrigado, menino-verde.
-Ei! Sério. Prefiro Greg.
Rimos, enquanto pulávamos  os buracos,plantas e galhos. Tanto eu, quanto Greg, sabíamos o caminho de volta. Era só seguir a mesma trilha de antes.
Depois de uma hora, mais ou menos, avistamos a casa Grande.
Pulei os degraus e entrei rapidamente, com Gregory Green atrás.
Quíron estava sentado em sua cadeira de rodas, ouvindo uma música esquisita (Acho que era Frank Sinatra), mas se sobressaltou, quando surgimos em sua frente, sujos, maltrapilhos e ofegantes.
-Você conseguiu- Observou Quíron.
-Sim. Consegui. Eis o campista.
Quíron o encarou.
-Gregory Green; o que fazia na floresta?
-Bem... É que... Sabe... Eu estava... Arrumando algumas coisas para a Caça à Bandeira. Hã, armadilhas naturais, para ser mais exato.
-Armadilhas?- Dei um soco em seu estômago- A Caça à Bandeira foi cancelada! Eu não acredito que enfrentamos Cinocéfalos ardilosos porque você queria trapacear no jogo!
-Desculpa, cara. Eu não esperava...
-Desculpa? Você tenta trapacear... E não me chama para ajudar?! Eu adoro trapaça!
-Sr. Antonius- Advertiu-me Quíron- Trapacear em um jogo sério é errado!
-Calma, mestre. Eu só estava brincando!
-Sei...- O centauro olhou para Gregory- Sr. Green, já tivemos um dia cheio por hoje. Espero que isso não se repita. Agora, por favor, vá à seu Chalé e durma.
-Tudo bem. Com licença Quíron... E obrigado Guilherme.
-Falou, cara! E aí, Quíron? Fui bem?
-Cinocéfalos? Conte-me, criança: O que houve?
Contei tudo à ele. O centauro era um bom ouvinte.
-Então, vocês encontraram cinocéfalos, e até uma ninfa das abelhas. Fascinante.
-Obrigado.
-Agora, boa noite Guilherme. Descanse. Farei o mesmo.
-O.k Quíron. Boa noite.
•••
Joguei-me em minha cama, e apaguei. Pela primeira vez na vida, eu não hesitei em apagar as luzes e dormir profundamente.


The End!
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MensagemAssunto: Re: Missão para Guilherme Antonius   Sab Dez 14, 2013 7:56 am

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