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 Arena De Treino

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Zeus
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MensagemAssunto: Arena De Treino   Seg Jun 17, 2013 11:31 am

Arena

Zeus


☼ Arena de Treinos ☼

____________________

Aqui será o novo local de treinamento de todos os semi-deus que resolvam postar um treino, não deverá mais ser postado em um tópico separado. Será tudo coletivo agora, isso facilita o trabalho dos Administradores, podendo avaliar vários treinos mais rapidamente. Então, caso alguém poste fora daqui seu treino, será inválido e não será lido.

____________________

☼ Horários da Arena ☼

☼ Manhã ☼
9:00 às 10:00 - Treino de Combate à Monstros
10:00 às 11:00 - Espadas e Escudos
11:00 às 12:00 - Arco-e-Flecha

☼ Tarde ☼
15:00 às 16:00 - Arco-e-Flecha
16:00 às 17:00 - Espadas e Escudos
17:00 às 18:00 - Treino de Combate à Monstrosu

☼ Noite ☼
20:00 às 21:00 - Espadas e Escudos
21:00 às 22:00 - Treino de Combate à Monstros
22:00 às 23:00 - Arco-e-Flecha

____________________

PS.: Aqui a baixo não será permitido flood. Caso algum Administrador ache algum flood, o infrator poderá ser banido do chat ou ter alguma consequência por tal ato.

²PS.: Você não precisa esperar até tal horário que você deseja treinar para poder postar, em off pode muito bem ser 23:00, mas no RPG, você pode dizer que são apenas 14:00. Isso fica de acordo com cada semi-deus.

@Beani @Miss
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Arthur Fallen
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MensagemAssunto: Re: Arena De Treino   Qua Jun 26, 2013 6:37 pm


Treino

"Não é o que eu faço que me define, é o que sou"

Arthur estava pronto para iniciar seus treinos no Acampamento Meio-Sangue,
foi exatamente as nove horas da manha que um centauro entrou no quarto de
Arthur e o acordou, lhe dando uma camisa de mangas cumpridas e um colete,
dizendo a Arthur que se vestisse, pois já era hora de iniciar seu treinamento
de combate a monstros. Arthur se vestia e logo ia até onde o centauro lhe guiara,
ele lhe guiara para o alto de uma colina onde lá estavam aprisionados em uma
espécie de jaula três grandes ciclopes. Arthur carregava um escudo e uma
espada. Foi num espanto que Arthur ouviu uma voz que dizia "Comece!". Ainda
mais espantado ficou Arthur quando sentiu uma forte pancada na cabeça a qual
o lançou para longe, Arthur cambaleando ficou e logo se pôs de forma digna de
um semideus, Arthur se via cercado por três grandes e horríveis ciclopes, os
quais estavam posicionado da seguintes forma, um grande e magro a direita de
Arthur, outro mais gordinho e baixinho a sua esquerda, e a sua frente se
posicionara um bem forte e grande ciclope. Arthur então via o que os três
ciclopes vinham ao ataque, mas, Arthur pulava e dava uma cambalhota passando
por entre o ciclope que estava a sua frente e o que estava a sua direita, fazendo
um com que os três batessem de cara. O mais gordo e o mais magro ficaram
meio fracos pela batida e já foram abatidos e ficaram sem condições de
continuar, mas, o mais forte e grande aguentou e veio correndo em direção a
Arthur que passou por debaixo do ciclope. Quando o ciclope se virou para ver
onde Arthur se encontrava, foi recebido com o escudo de Arthur, o qual
Arthur tinha lançado e acertou o olho do ciclope, o mesmo ficou tonto e caiu no
chão ainda tonto, Arthur logo subiu sobre o ciclope e colocou a sua espada
apontada para o olho do ciclope. Quando estava prestes a perfurar o olho do
ciclope, foi interceptado por vários aplausos, os quais vinham de uns campistas
que estavam assistindo, ao olhar para o centauro viu um grande sorriso e o
mesmo centauro o mandou descansar pois outros treinos estavam por vir.
♦Arthur Fallen♦ @ Treinado
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Éolo
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MensagemAssunto: Re: Arena De Treino   Qui Jun 27, 2013 6:26 pm


Avaliation
Avaliação!
Interessante,você conseguiu captar todos os detalhes importantes o que é muito bom para um treino,ou para qualquer post,o que mais me interessou foi seu Português sem erros,eu aplaudo seu português e sua capacidade de fazer a escrita...

Prêmios:

+57 XP


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Marshall F. Senwolt
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MensagemAssunto: Re: Arena De Treino   Qua Jul 10, 2013 7:43 pm

Acordei as nove da manhã para ir a arena, que de acordo com o velho centauro e treinador de herois, Quíron, era o horário matinal correto para irmos treinar combate a monstros. Então eu o fiz. Troquei de roupa, escovei meus dentes e penteei meus cabelos. A seguir, embainhei minha espada de bronze celestial nas costas e abri a porta de meu chalé, e quase ceguei-me com o Sol que batia em meu rosto, apesar de quase derreter com o calor que fazia ali fora, ainda mesmo que fosse nove e dez da manhã. Caminhei lentamente até a arena, tapando uma parte dos olhos para não cegar-me com o brilho do Sol.

Ao chegar lá, acenei para o deus dos centauros - sim, ele era o deus dos centauros - e sorri para ele. Aproximou-se de mim, pondo um de suas mãos sobre meu ombro.

- Hoje é uma tarefa fácil, como filho de Quione deve saber o que fazer. Boa sorte, se é que você vai precisar dela. Tome isso, poderá te ajudar em sua batalha. - o centauro colocou algo em meu bolso de trás. Pus a mão para pegar. - Não, não pegue agora! Deixe para a hora da batalha.


Neste momento, os portões traseiros da arena se abriram, e de lá surgiram duas harpias furiosas. Desembainhei minha espada, presa nas costas por um velcro e esperei seus ataques. Como esperado, elas impulsionaram-se para a frente e avançaram cortando o ar rumando a mim. Num primeiro rasante, eu cobri minha cabeça com as mãos e tentei me jogar para trás e deitar no chão, porém fui lento demais e previ a minha morte. Mas, com muita sorte, as duas harpias se bateram quando foram me pegar e me levar pelo ar, derrubando uma a outra.

Aproveitei o momento para atacar. Um contra-ataque surgia para mim, e uma coisa perseguia minha mente. O que era aquilo que o centauro me entregara? Eu poderia usá-la, mas aquela era minha chance de matar os seres. Então eu fui pra cima de uma das harpias.

Ela conseguiu se levantar rapidamente e voar novamente, porém consegui desferir um golpe em seu pé, mas assim que o fiz a harpia se desfez em fumaça. Me virei para atacar a segunda harpia, mas esta também já havia se desfeito em fumaça.

- Não foi nada mal... mas, agora pegue o item que pus em seu bolso. - pediu o centauro.

Eu coloquei a mão em meu bolso, e um cronômetro surgiu em minhas mãos. Ele estava marcado em zero. Pensei que talvez fosse meu tempo para derrotar as harpias, mas o centauro logo disse:

- Fale a palavra Zurinata.

Eu repeti, e o cronômetro logo se transformou num escudo de ouro imperial.

- M-mas o q-que é isso? - gaguejei.

- Ah, como deve saber, as harpias são só funcionárias do acampamento. Só atacam se algo estiver em perigo. Elas captaram o escudo e vieram pegar o suposto ladrão e devolver o escudo que pertence ao salão de armas. Muito obrigado, Marshall. Mas o escudo fica comigo. - ele sorriu para mim, e eu correspondi o gesto, embainhando minha espada e caminhando de volta para o meu chalé, satisfeito pelo treino.
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Larah Crawford
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MensagemAssunto: Re: Arena De Treino   Sex Jul 12, 2013 11:10 pm



Gostei do seu treino, mas poderia ter desenvolvido mais.

Diferencie a cor de suas falas, da falas dos outros e de suas ações, além de ficar mais bonito ainda fica melhor para quem lê (Isso não é obrigatório >.<").
1 lvl e 100 dracmas.


ISupras @ SA

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Petterson F. Stringuer
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MensagemAssunto: Re: Arena De Treino   Qui Jul 18, 2013 11:48 am


Treinamento
Estava eu depois de uma boa e relaxante noite de sono caminhando em direção a arena, como não tinha muitas missões ainda eu estava treinando e me fortalecendo o máximo possível, vou adentrando a arena com calma, afinal não tinha muita pressa nesse momento, eu caminho ate a porta da sala de arma e entro com calma la, pego duas espada e as seguro testando o peso por alguns segundos para testar seu peso, depois de ter feito vou caminhando em direção a porta da sala de autômatos, não sabia qual deles iria escolher para treino mais queria treinar um pouco as minha habilidades, abro a porta da sala dos autômatos, aquele lugar realmente estava uma bagunça, caminho ate 4 autômatos com forma humana, eles carregavam espadas e escudos armas das quais eu enfrentaria muito, os ativo e então viro de costa e saio da sala, eles me seguem, depois eu paro no meio da arena, os quatro autômatos me cercam e ficam em posição de combate, eu os olho com calma giro minhas espadas e as volto para posição normal, realmente ser filho de Zeus me ajudava no uso de armas eu os olho e então falo.

- Podem vir

O primeiro parte para cima de mim e tenta me dar um ataque lateral na cabeça, em um movimento de desespero eu me abaixo e escapo por pouco, mais quando me depara o outro já esta em cima de mim dando uma ataque de cima para baixo, eu dou uma cambalhota para o lado e escapo por pouco, me levanto novamente a tempo de ver outro automato vindo e minha direção e repetindo o ataque do ultimo, mas dessa vez não a tempo para que eu de uma cambalhota e me esquive do golpe, então bloqueio o golpe fazendo uma defesa em "X" com minhas espadas, eu bloquei com sucesso, mas der repente sinto um chute em meu estomago, com esse golpe eu sou lançado a cerca de 2 metros de distancia, dou uma cambalhota para trás para evitar o máximo de dano e com isso consigo evitar que qualquer osso quebrasse, eu me levanto ainda segurando as espadas, nesse momento o quarto automato estava partindo para o ataque, mas dessa vez eu não ficaria na defensiva, eu o ataco com um golpe de baixo para cima com uma de minhas espadas, mas o nojento colocou o escudo na frente, com um movimento rápido movo a outra espada para tentar ataca-lo pelo lado direito do corpo, mais ele parecendo ter lido meus movimento coloca a espada na frente, ele começa a correr me empurrando em direção a parede e devido a força dele eu não consigo evitar de ir pra la, então em um momento subto eu giro e escapo de ser imprensado na parede, aproveitando o giro o golpei com as duas espadas em suas costas, me preparo para golpe a lo novamente, mais antes que eu consiga fazer algo sou obrigado a recuar devido ao ataque de outro automato, ele veio e tentou me atingir com um golpe horizontal, a unica coisa com a qual eu tive tempo de fazer foi saltar para trás, com isso eu evitei um golpe letal, ele tenta me atacar novamente com uma estocada, mas eu consigo desviar com minha espada e depois disso com um giro rápido levo a cabeça dele com um golpe da minha espada, ele cai ao chão com o corpo imóvel, olho a minha volta e vejo os outros 3 autômatos vindo em minha direção, me preparo para a sequencia de ataques novamente, as dessa vez eu atacaria primeiro, eu corro em direção a um deles, ele rapidamente coloca o escudo na frente para bloquear meu ataque, mal sabe ele que era isso que eu queria, quando ele coloca o escudo na frente eu ponho meu pé em seu escudo e o uso de apoio para saltar por cima dele, quando caio eu dou um giro e o golpei com as duas espadas em suas costas, ele cai de joelhos devido ao golpe e aproveitando isso eu enfio as minhas duas espada em seu pescoço, ele cai derrotado no chão, agora faltavam dois e eles estavam perto, o que estava mais próximo veio e tentou me atacar com uma estocada, eu viro meu corpo para o lado e com isso eu evito o ataque por pouco, aproveito isso e o ataco com um corte rápido na altura dos olhos, a espada passa direto como faca na manteiga, eu sinto o ultimo deles vindo em minha direção e ao me virar me arrependo, ele me atinge com um golpe horizontal no peito, eu sinto a dor passando por todo meu corpo, eu caio de joelhos rapidamente por causa da dor, levanto meus olhos em direção ao automato, ele estava se preparando para um próximo golpe dessa vez seria uma enfincada da espada de baixo para cima, eu dou um leve salto para traz e com isso evito um golpe letal, a espada dele fica presa no chão, com isso eu aproveito e chuto seu rosto, ele recua rapidamente largando a espada, então eu me levanto rapidamente e dou um golpe tesoura nele, ele nem mesmo teve tempo de evitar o golpe, por fim eu me ergo com postura e sentindo muita dor, depois disso vou caminhando calmamente em direção ao meu chalé, realmente tudo que eu precisava agora era de uma boa e tranquila noite de sono.


♦ The White Swan ♦ @ CG
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Hades
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MensagemAssunto: Re: Arena De Treino   Qui Jul 18, 2013 12:01 pm

Muito bom o treino , mas poderia interagir mais com falas, fora isso muito bom

2 leveis
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MensagemAssunto: Re: Arena De Treino   Qui Jul 18, 2013 12:54 pm


Treinamento
O chalé onze era tão confortável que eu estava começando a preferir as noites que passei ao relento na Bulgária. Não por causa do colchão duro, mas sim pelas pessoas. Muitas delas. Entenda, companhia não me incomoda, muito pelo contrario. Mas companhias fúteis, sim. Estas, tenho vontade de estrangular e mandar para os confins do inferno, e acho pudesse, o faria naquele instante.

Dois de Hermes e um de Ares. Eram essas três pessoas que faziam da minha manhã algo pior do que comum, Perguntavam d'onde vim, aonde vou, se já tive alguma conexão com meu pai. Não que eu quisesse demonstrar grosseria, mas também não me importaria em fazê-lo -, mas o meu silêncio foi a resposta que obtiveram. Assentia quando necessário, assegurei de que ainda não sabia o tom da minha voz. Só uma sabia e, enquanto não encontrasse essa semideus que pena, as coisas continuariam assim.

A monitora, cujo nome eu desconhecia e tampouco me interessava, se antecipou a me apresentar o cronograma, com seu feitio fazer. *Agora são nove e vinte da manhã. Se quiser, ainda pode pegar um treino de espadas ou coisa parecida,ou esperar um próximo turno que, aliás, não recomendo para novatos. Pode ir ao refeitório agora, se estiver com fome. interessada nele, no passo que também não fazia questão de enchê-lo de perguntas.* Talvez, mas só talvez, valesse a por perto. Olhando para os lados para me assegurar de quem ninguém estaria a ouvir o quê eu estava pra dizer, disse:
-Ok, muito obrigado por esclarecer.

[...]

O refeitório estava vazio. Um semideus aqui, outro acolá, mas nenhuma aglomeração. Aquele sanduíche repleto verdes era, de longe, a coisa mais deliciosa e terrivelmente saudável que eu comia em meses. Digamos que de descobri a verdade sobre a minha pessoa, não vivi com luxo como estava acostumado... Virei o copo de suco de abacaxi bem rapidamente com o lanche em mãos.

Não sabia bem o que fazer, então. A parede de escalada com lava fictícia parecia tão interessante quanto observar e morrer. É, não é interessante. Falo por experiência própria. Falo por minha mãe... Enfim, o sol não cessava. Minha roupa parecia transmitir o calor, e a jaqueta que eu usava não ajudava em nada. Mas usar roupas que deixassem muito do exposto não era de meu feitio. Então, avistei a arena. O pêndulo demarcava: dez horas da manhã.

[...]

Minha boca estava cheia a ponto d'eu não conseguir proferir sequer uma palavra. Vários semideuses estavam dispersados num enorme circulo arenoso. As arquibancadas tinham umas poucas pessoas e... uma coisa. Bem, eu não tinha um nome aquilo. Uma garota, linda, me olhando. Ela olhava tudo, e fazia isso com seus olhos azuis, olhar penetrante que mesmo ali, dez metros ou mais distante daquela garota, podia distinguir a cor.

"Belo começo, vendo coisas normais assim", pensei. Imerso nesse mar de pensamentos e coisas novas, ali havia um senhor multi-olhos, ou mesmo uma aglomeração de garotos e garotas filhos de deuses, armados até os dentes e algo que a monitora não julgava bom para novatos -, não notei o que acontecia. Não fui perspicaz o suficiente, foi meu erro. E, a partir disso, soube que analisar tudo e não me distrair era a primeira regra de sobrevivência num mundo que monstros e deuses existem.

E sem perceber recibi uma punhalada em minhas costas foi pesada como uma escavadeira. Meu corpo foi arremessado por, pelo menos, sete que tocasse o chão e eu então rolasse por mais dois metros. Mesmo atordoado, me coloquei de pé ocasionando um perna, levantando poeira. Pontinhos coloridos preencheram minha visão devido à rapidez com que me levantei unido que acabara de receber.

Quando a poeira baixou, tive tempo de distinguir a silhueta de um homem com mais de dois metros que corria em minha direção enfurecidamente. Saquei minha caneta que logo virou uma espada, já saltando para a direita. Como uma bala, aquela imensa figura passou onde eu segundo atrás estava. Fitei a fera, que já voltava-se a mim novamente. Mesmo com seu aspecto humanoide, não era um Tinha dois metros e meio, mais ou menos, dentes amarelados, quebrados e pontiagudos, calvo, braços musculosas de tatuagens de dançarinas havaianas, rosas e corações. Uma palavra o definiria perfeitamente:
"Bizarro..."

Ao contrário de outrora, o monstrengo não fazia questão de avançar furioso. Seu cartão postal já havia sido deixa costas que o digam! Agora ele parecia querer apenas... brincar. Brincar antes de esmagar meus ossos e degustar meu corpo. Vantagem não era bem o que eu tinha ali, portando uma espada contra um cara imenso que parecia intransponível. Tive que criar um outro plano. Tentar, ao menos.

A arena não parecia de muita serventia tendo em vista as coisas que dispunha. Uma mesa com armas estava dista de mim para que a alcançasse com vida; as tochas, diria eu, igualmente longínquas; restava-me bonecos de madeira, e jaulas abertas e vazias. "Hum... jaulas..." pensava numa tentativa não muito promissora de deixar as ideias aflorarem em minh mente conturbada. Mas precisava analisar outros fatores do monstro, como sua boca aberta que vertia uma linha de saliva, fundos, sua boca meio torta. Venhamos e convenhamos, aquilo ali era um mongol completo, porém enorme e suficiente pra me fazer de massinha de modelar. Minha única vantagem encontrava-se na cabeça, coisa que eu usava sabiamente.

Dei duas passadas na direção do humanoide, fazendo com que acreditasse que minha intenção era atacá-lo diretamente, o mesmo preparou para absorver o impacto e, nesse momento, girei sobre os calcanhares, desvencilhando meu corpo para a jaula mais próxima. Não olhei para trás em nenhum instante sequer, apenas jogava os bonecos no chão por onde passava para retardar a criatura. Talvez desse certo. Talvez.

Quando alcancei a jaula, fechei-a. Claro que era sustentada por barras de ferro, tornando possível a visualização de externa. O grandalhão já se aproximava, minha espada estava na mão. "Vamos lá", Como almejado, a criatura impeliu o braço na direção da grade e, quando próxima o suficiente, empurrei o portão, deixar o braço do monstro entre as barras de ferro por um pequeno prazo. Mas foi prazo suficiente.

Segurei firmemente seu pulso com minha mão esquerda, no passo que a direita projetava a espada num baque. Com isso, minha arma atravessou a ligação do antebraço com a mão do bastardo. Desenterrei o objeto e dei um chute, impulsionando a criatura urrante para trás. Deixei a jaula, jogando a espada de uma mão à outra. O monstro ocupado demais em se lamentar pela mão ferida do que em lutar. Um pêsame, eu diria, pois queria lutar e acabar com dizer que sou vingativo, e minhas costas ainda latejavam. A união desses fatos me dava vontade de torturar aquela criatura até morte. Minha cabeça passava pensamentos "Vai lá, mate ele, torture-o, rasgue ele, estripe, multile, você precisa fazer, ele te machucou"Mas não fiz isso. Eu controlava bem meu lado negro.

Avancei contra ele, fincando minha faca em seu peito desnudo e desprecavido. Pensei que o sangue ia jorrar e que o líquido me banharia até que me afogasse em meu próprio assassinato, mas a criatura... tornou-se pó. Era outro que eu matei então. Um que eu nunca tinha presenciado, por sinal. Tinha uma sensação ruim por ele, poderia dar-lhe um nome. Tentei tirar a coisa da minha cabeça, imaginar que sabia o nome da fera, mas, incrivelmente, eu sabia. "Lestrigão..."

Olhei ao redor. Semideuses ainda embatiam as mais diversas criaturas. Alguns levando a pior, mas nada exageradamente. Tive vontade de ajudar, mas nem os conhecia. Não me eram importantes. Pareciam tão... vulneraveis, contentei em sair dali. "Chega de encrenca por hoje. Preciso de um banho."


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MensagemAssunto: Re: Arena De Treino   Qui Jul 18, 2013 1:16 pm

Agora sim, parabéns..

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MensagemAssunto: Re: Arena De Treino   Qui Jul 25, 2013 7:48 pm

TOUCH THE SKY
Open you heart to me



Eu estava em um dia muito triste meu namora havia terminado. Precisava ocupar sua cabeça com alguma coisa, no meu chalé já não tinha nada intacto estava tudo destruído.
Peguei minha espada e sai as pressas para a arena. Era quase 16:00,  provavelmente o treino com espadas já estaria liberado quando eu chegasse lá. No meio do caminho Olhei para o local onde eu havia conhecido Mel pela primeira vez desabei as lágrimas e balancei a cabeça indo de volta a arena. Cheguei à entrada da arena olhei para a espada e adentrei a mesma.
Posicionei alguns bonecos, eu não sabia se eu conseguiria fazer aquilo, mas eu precisava tentar, minha cabeça era como um enxame de abelhas estava tudo embolada lá dentro, não sabia como agir ou reagir a aquela situação.
Suspirei fundo e fechei os olhos começando a atacar um boneco, eu não sabia ao menos se estava acertando ela, mas pelo o que eu senti, a espada passara cortando o ar do lado dele. Abri os olhos e olhei para os bonecos.
-Acho que não consigo fazer isso-
Deixei algumas lágrimas escorrerem e girei a espada voltando a fechar os olhos, senti a espada acertar os bonecos a cada movimento que eu fazia, os movimentos foram se tornando preciso com o tempo. Reparei que estava conseguindo me dar bem.
Suspirei fundo e quando olhei os bonecos estavam destroçados ao chão, minha espada não era muito bom, mas eu havia usado força em exceção e não consegui parar em pé caindo desmaiado no chão.
 
Thanks, Lollipop @ Sugaravatars
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Melody Beaumont
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MensagemAssunto: Re: Arena De Treino   Qui Jul 25, 2013 8:06 pm






Era noite no acampamento, mas eu queria treinar. A noite eu me sentia bem e forte, meu braço já estava bom, apenas uma pequena cicatriz, que logo sumiria também, ou não, tanto fazia, mesmo que o corte ainda estivesse aberto eu treinaria aquela noite. Estava me arrumando, e já ouvia o lamento baixo de Doom na porta do chalé.
- Calma garoto, só estou pegando meus equipamentos.
Sai do chalé carregando comigo minha foice na mão, e presa na cinturas minhas lâminas de guerreiro. Doom se animou ao me ver, ergui a mão acariciando a cabeça do meio, e comecei a andar, seguida de perto por um Doom animado, os campistas me olhavam de lado, mas não falavam nada, provavelmente já haviam percebido que eu não era simpática, ou talvez tivessem percebido que meu humor, que já era baixo estava ainda menor, não me importava com a opinião deles.
A arena não estava longe, mas ainda não estava no horário do treino com monstros, então me sentei para esperar 10 longos minutos, até que a arena estava vazia, fui até lá e olhei ao redor, tudo estava silencioso, Doom ao meu lado rosnava baixo, provavelmente ele já tinha sentido o cheiro de algum monstro, ou talvez estivesse chamando algum, era difícil dizer.
Não demorou muito para que a nossa frente surgissem as três benevolentes, alguém tinha caprichado na invocação, as três de uma vez, sorri com altivez, aquilo seria divertido e com certeza eu aprenderia muito, e me manteria ocupada por tempo suficiente para eu não pensar em nada. Segurei firme em minha foice me preparando para o ataque, e percebi pelo canto dos olhos Doom se colocar em posição de ataque mostrando os dentes.
A imagem dele naquela posição era lindo, um lindo Cérbero adolescente, o que fazia com que ele fosse um pouco menor que um cavalo, coisa dois centímetros.
- Hora do show garoto. Pega!.
Ao ouvir meu comando, Doom correu na direção da benevolente do meio e a atacou no ar, foi a cena mais extraordinária que eu já havia visto. Ele a agarrou pela asa e caiu no chão simplesmente estraçalhando com a asa, ao mesmo tempo via a outras duas com olhares de ódio em minha direção.
Uma delas avançou contra mim, preparei-me para me defender, olhando fixamente para a benevolente, e esse foi meu erro, a outra atingiu-me na perna com o chicote, que se enrolou em minha perna me fazendo voar pelos ares, a me lançando direto contra uma árvore, bati a cabeça e fiquei meio tonta.
Percebi que minha foice voara para o outro lado
-Doom…
Gritei e apontei para a foice, ele ficou confuso, parecia que pensava se ia até mim e me defendia ou se pegava a foice para mim. Puxei minha lâmina me colocando de pé, e corri na direção da benevolente, ela só possuía o chicote, se minha arma era menor, e a dela de longa distância, de perto ela perderia muito mais que eu.
Eu corria em zigue-zague o que tornava difícil para ela m acertar com o chicote. Percebi que o chicote vinha em minha direção e não tive tempo de escapatória, o chicote se enrolou em meu pescoço e ela me puxou me fazendo cair no chão.
Talvez lá fosse o meu lugar, eu queria chorar, estava frustrada e confusa, fechei os olhos, me deixando ali.
Foi quando ouvi um som alto, ergui a cabeça e vi Doom se colocar entre eu e a benevolente, eu não podia acreditar, ele estava sozinho, elas matariam ele.
Me ergui, e fiquei olhando a cena, eu estava com um joelho no chão. As três atacaram juntas, Doom não teria chance, eu me irritei, ninguém machucaria Doom, eu não podia permitir isso, senti um empuxo em minha barriga, eu queria mata-las, ver os corpos dela estirados.
Sai correndo e tomei impulso nas cotas de Doom e voei na direção de uma das benevolentes,  era tudo ou nada.
E então aconteceu, senti algo me pegar por trás e me lançar contra uma árvore, bati com as cotas ali e cai no chão, minha vista estava embaçada,  eu sentia uma dor terrível nas costas e na cabeça, e algo pegajoso se espalhava ao redor de mim.

_______________________________________

Doom era um cérberu, esse tipo de animal não se apega a pessoas, mas ser criado por ela o havia feito se apegar a ela. Ao ver ela voar contra a árvore ele foi até lá e a viu fechar os olhos, sentia o cheiro de sangue e sabia que ela precisaria de ajuda o mais rápido, ele convivia com a morte e sabia quando ela se aproximava.
Ele se virou vendo as benevolentes, uma estava no chão, com a asa rasgada, as outras duas voavam, e todas vinham em direção a Mel, para terminar o serviço.
Ele se colocou entre elas e Mel, e rosnou alto, um rosnado que atravessou todo o acampamento, ele saiu correndo na direção delas, sempre passando pelas sombras, as usava como portas, entre o submundo e o acampamento, a primeira que ele pegou foi a que estava no chão.
Ele pulou por trás dela e arrancou-lhe a cabeça com apenas uma mordida, a benevolente virou pó ele soltou algo como um latido alto, as duas se viraram na direção dele e lançaram seu chicote para mata-lo, mas ele sumiu de novo nas sombras, as benevolentes ficaram uma de costas para a outra como forma de proteção, então das árvores ele surgiu e pulou sobre elas, arrastou com eles para as sombras, e antes que elas pudessem reagir estavam no submundo, Doom as deixou lá e sumiu, voltando para perto de mel.
Ele deitou-se ao lado dela e ficou ali, chorando baixo até que Quiron apareceu e a levou a enfermeria, com Doom no encalço, se recusando a afastar-se da menina.

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MensagemAssunto: Re: Arena De Treino   Qui Jul 25, 2013 8:08 pm

Pietro:

Achei que poderia ter detalhado um pouco mais o treino, deescrevendo melhor os ataques.
Considerando que é seu primeiro treino, vou revelar isso, mas no próximo espero que seja mais cuidadoso nessa área.

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MensagemAssunto: Re: Arena De Treino   Qui Jul 25, 2013 8:39 pm

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MensagemAssunto: Re: Arena De Treino   Qui Jul 25, 2013 11:40 pm

Pietro Norris escreveu:
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Meu ultimo treino tinha sido bom tirando o fato de eu não me lembrar de nada depois que desmaiei. Estava no chalé e não conseguia para de pensar em Mel, eu realmente amava aquela garota. A vontade que eu tinha era de ficar ali dentro sem do chalé para nunca mais eu precisar me encontrar com ela, ao menos por um tempo, porque só de pensar meu coração já tinha vontade de parar de bater talvez não demorasse para isso acontecer, afinal eu estava morrendo aos poucos longe daquela linda garota. Levantei-me e fui para o banheiro tomar um banho, não que isso fosse me ajudar ou fosse trazê-la de volta, mas a expectativa era que quando eu saísse do banho e abrisse a porta do meu chalé ela estivesse lá me esperando, como todos os dias. Deixei algumas lágrimas escorrerem enquanto tomava banho, eu estava sem chão não sabia o que fazer ou o que pensar. Sai do chuveiro e fui para meu quarto trocar de roupa, colocando uma roupa mais fresca, pois o dia estava quente, olhei em volta e estava procurando minha espada já que desde o ultimo treino eu não havia visto ela. Andei por todo o chalé e não conseguia achar. Fui até um compartimento que tinha encostado à parte de baixo de minha cama e lá estava ela, alguém deve ter guardo-a para mim lá. Coloquei a espada na cintura e fui em direção a porta encostei no sofá sentindo uma dor que me fizera ficar tonto sacudi a cabeça e voltei a caminhar lentamente, como se tivesse forçando os passos em direção á saída do chalé.
Olhei para os lados, vi algumas pessoas por ali, mas não avistei Mel, achei estranho ela não estar passando por ali aquele horário e logo me lembrei que ela não iria mais passar ali, sacudi a cabeça e voltei a me arrastar até a arena. Senti meus músculos se atrofiarem e cai no chão me contorcendo de dor suspirei fundo tentando controla-las, mas era mais forte que eu. O que estava acontecendo comigo? Porque eu estava daquele jeito?. Eu nunca me senti assim antes. Parei de lutar contra a dor e naquela altura se eu morresse ou não, não iria fazer diferença mesmo. Por incrível que pareça quando parei de lutar com as dores elas foram sumindo aos poucos, talvez aquilo fosse um castigo dos Deuses para mim, mas eu precisava treinar pela Mel eu precisava. Levantei-me aos poucos ainda um pouco tonta, mas respirei fundo e fui em direção a arena que já estava aberta.
Posicionei apenas um boneco, já que eu não podia forçar muito. Ajeitei-o no centro da arena e me preparei.
-Vamos lá, por você Mel—
Disse fechando os olhos e deixando escorrer algumas lágrimas estendi a espada até o boneco e fiz um leve corte em “M” no seu braço pulei girando e fazendo um pequeno corte em sua barriga, cai no chão quase ajoelhando e enfiei a espada em sua barriga retirei e levantei girando ela no ar e atacando de cima para baixo o boneco acertando o braço do mesmo fazendo com que arrancasse dali. Olhei o braço do boneco no chão sorri fraco ainda com os olhos cheios de lágrimas e fiz um ataque na posição horizontal fazendo a barriga do boneco abrir o que fez com que toda a palha dentro dele caísse no chão pisquei os olhos sentindo as lágrimas se soltarem no ar e ataquei o pescoço do boneco arrancando a cabeça do mesmo.
Por fim eu já estava com a respiração ofegante e sentindo meus músculos pesado, voltei para o chalé e fui tomar outro banho, acho que precisava dar um tempo no treinamento.

 
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MensagemAssunto: Re: Arena De Treino   Sex Jul 26, 2013 9:31 am

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Esta muito bom, apenas umas virgulas nos locais errados, mas em si, esta tudo ok.
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MensagemAssunto: Re: Arena De Treino   Sex Jul 26, 2013 1:29 pm

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Meus últimos dias estavam péssimos, eu tentava dormir, mas Mel estava nos meus sonhos, eu ficava acordado as lembranças invadia meus pensamentos. Pelo simples fato de respirar eu já me lembrava dela, afinal eu respirava por ela, eu vivia por ela. Mas eu não podia deixar que isso abalasse meus treinamentos eu precisava conquistá-la de novo. Já fazia tempo que eu não treinara, afinal a ultima vez eu quase morri por isso, não entendi o porque daquelas dores, mas eu dei um tempo para meu corpo voltar ao lugar. 1 semana se passou e eu não conseguia parar de pensar em Mel, porque ela estava em meus pensamentos? De certa forma querendo ou não com o tempo isso iria mudar, mesmo que eu não quisesse, nas não mudou eu penso em Mel do mesmo jeito desde o dia em que conheci ela, o que seria isso? Muitos chamam de esperança talvez e eu preferisse acreditar nisso a acreditar que eu não iria vê-la ou tê-la nunca mais. Eu havia acabado de acordar olhei para o lado e suspirei fundo passei a mão em pescoço e procura da correntinha que meu pai havia me dado antes de sua viajem que nunca mais o trouxe de volta. Lembrei que havia entregado a correntinha a Mel logo meus olhos lagrimejaram e por um momento eu pensei em ficar na cama pelo resto do dia, ninguém ali acampamento sentia minha falta mesmo não ia fazer diferença eu sair ou não. Passei as mãos nos olhos tentando impedir que chorasse coisa que era difícil não fazer naquela ultima semana. Levantei-me e fui ao banheiro fazer minha higiene pessoal e voltei ao quarto para trocar. Olhei para o lado de fora do chalé e havia pessoas se divertindo, eu ficava feliz por eles afinal não se deseja o mal a ninguém. Olhei para a cama e minha espada estava ali, passei a mão nela e sai para a arena de forma decidida a treinar duro aquele dia.
Cheguei à arena e ela ainda estava fechada, não me importei entrei assim mesmo e posicionei um boneco ali. Tirei a espada da cintura e me preparei para atacá-lo. Eu estava sem animo para ficar pulando então decidi treinar de perto. Cheguei perto do boneco e simulei um ataque dela me abaixei passando a espada sobre sua barriga como se tivesse empurrando ele bati com a parte de traz da espada na barriga dele e avancei girando a mesma no ar e descendo cortando o braço do mesmo dei um breve sorriso, mas logo arranquei com um grito de raiva e ataquei o boneco violentamente. Senti meus músculos se pesarem a espada ficar mais difícil de ser segurada e apoiei a ponta dela no chão com a respiração ofegante e me ajoelhei encostando a cabeça no cabo da espada.
-Eu não posso parar agora-
Disse respirando fundo na esperança de controlar a respiração e me levantei girando a espada de um lado para o outro.
-Vamos lá.-
Disse baixo e ataquei na horizontal fazendo um corte o peito do boneco virei me ajoelhando e passando uma rasteira no mesmo fazendo o boneco cair de costas no chão. Por um momento imagens de Mel tomou minha cabeça enquanto eu preparava para o ataque final levantei à espada a meia altura preparando para enfiá-la nas costas do boneco, foi quando a mais linda imagem dela veio em minha cabeça, respirei fundo e abaixei a espada.
-Por hoje já chega. -
Disse dando um leve chute no boneco e guardei minha espada na cintura e me virei indo em direção à saída da arena. Eu estava cansado e precisava tomar um banho, provavelmente aquele seria mais um dia cheio e triste para mim.


 
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MensagemAssunto: Re: Arena De Treino   Sex Jul 26, 2013 1:55 pm

Pietro:

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MensagemAssunto: Re: Arena De Treino   Sab Jul 27, 2013 2:22 am

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Eu acordei triste naquele dia um sonho com Mel fez com que eu me despertasse cedo, sonhei que ela. Tinha sido na verdade mais um pesadelo em que ela estava de partida do acampamento e não sabia se iria voltar aquilo me deixou abalado e fez com que eu voltasse a pensar em treinar para ir com ela, ou ao menos tentar impedi-la. Levantei e me troquei logo depois de fazer minha higiene pessoal passei a mão em minha espada sem pensar muito e andei calmamente até a saída do chalé. Quando abri a porta Mel estava sentada ali, eu não acreditava, será que ela viera me falar sobre a saída do acampamento? Será que eu não teria escolha e não deixa-la ir?
Suspirei fundo e chamei por ela com uma voz fraca, ela se virou e disse coisas que eu esperava há dias escutar dela, ela disse que me amava e que me queria de volta com ela, meu mundo parou naquele momento eu só tinha olhos para ela. Fiquei por um tempo com ela por um tempo e ela me disse sobre estar saindo para uma missão e no mesmo momento eu me virei para ela dizendo de forma decidida que iria junto. Pensei que ela iria debater comigo sobre aquela ideia mais acabou aceitando.
Eu disse para ela me encontrar no oráculo há uma hora que eu estaria indo até a arena para treinar um pouco antes de sair, afinal queria ver como estava minha resistência e queria fazer um treino mais pesado.
Peguei meus equipamentos e corri para a arena. Chegando lá coloquei vários bonecos em pontos estratégicos. Fechei os olhos e puxei o anel do dedo transformando em um arco e puxei algumas flechas acertando alguns bonecos e outras de perdendo na arena corri em direção a outro boneco puxando meu colar fazendo-o transformar em uma espada direi ela no vento e simulei um ataque frontal do boneco me desviando para o lado e fincando a espada nele logo em seguida coloquei a espada na cintura e puxei o arco novamente virando rapidamente para alguns bonecos e disparei contra eles suspirei fundo sentindo a respiração cansada, mas eu sabia que meu corpo agüentava mais que aquilo então eu podia continuar forçando, me virei para outros bonecos e corri em direção a eles atirando-lhes flechas em pontos estratégicos em seu corpo o que em uma pessoa real não deixaria ela se mover, mas não a mataria de imediato, coloquei o arco nas costas passando o fio dele por minha cabeça e puxei a espada de minha cintura chegando aos bonecos e diferindo leves ataques neles o que faria uma pessoa sangrar até a morte, meu treino estava indo tudo perfeito quando senti as dores voltarem aos meus músculos ignorei aquilo e joguei minha espada contra um boneco que estava à meia distancia dali corri até nele armando um chute, mas nesse momento meus músculos se retorceram por dentro de mim fazendo com que eu caísse no chão o
que eu sabia que em uma luta isso poderia me tirar a vida. Lutei contra as dores e puxei meu arco imaginando aquele boneco vindo para cima de mim logo disparei 3 flechas contra ele e senti meus olhos pesarem enquanto eu largava o arco no chão. Eu sabia que se aqueles bonecos estivessem vivos eu provavelmente morreria ali sem menor compaixão. Mas sabia também o limite do meu corpo agora, eu conseguiria proteger Mel a todo o custo nem que para isso eu precisasse contrariar os Deuses. Acordei já em meu chalé e todos meus itens colocados a beira de minha cama, tomei um banho rápido e me arrumei para encontrar Mel no oráculo eu já estava atrasado, mas ainda havia tempo.

 
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MensagemAssunto: Re: Arena De Treino   Sab Jul 27, 2013 3:02 am

2 lvl - 150 dracmas.
Seu treino foi bom, houve alguns - poucos - erros de ortografia, mas provavelmente foi porque escreveu muito rápido e não releu o treino.
Da próxima vez detalhe mais as ações, descreva mais os ataques...

Relógio - Aparenta ser um relógio mas quando o usuário estiver precisando usá-lo ele se transforma em escudo. [Quando perde/esquece em algum lugar ele aparece no pulso do filho de Nyx assim que o mesmo sentir falta]
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MensagemAssunto: Re: Arena De Treino   Sab Jul 27, 2013 10:35 pm

Se podemos sonhar também podemos tornar nossos sonhos realidade

Era noite no acampamento meio sangue e a maioria dos campistas dormiam, eu no em tando permanecia inquieta, não sabia porque mas não conseguia ficar na cama, me levantei vestindo-me de preto, e prendi minhas adagas nas coxas, me ocultaria na noite, sai do chale de esgueira e fui em direção as arenas de treinamento, tomando cuidado pra não ser pega pela arpias.
Entrei na arena para treinar com minhas adagas, eu ainda tinha muito que melhorar, e eu sabia que isso nem era hora, mas estava agitada demais pra ficar no chalé.
Avistei um boneco a minha frente e outro a direita avaliando cada centímetro deles com os olhos, uma brisa entrou pela porta entreaberta me fazendo perder um pouco o foco,alguém tinha entrado na arena eu sentia isso,mas não me importei,provavelmente era outro campista querendo treinar.
Voltei a minha avaliação observando tudo atentamente,os bonecos eram autômatos, já tinha notado.
Virando em direção ao boneco mais perto parti em disparada correndo a toda velocidade.
Com os braços colados ao lado do corpo para ganhar mais velocidade,tirei a adaga da coxa,colocando uma em cada mão ainda correndo, eu deslizei por trás do primeiro boneco enquanto abria os braços passando levemente uma das adagas pelas costas do mesmo, então fazendo o caminho reverso com o outro braço enfiei a arma no peito dele.
Não esperei para ver o estrago que tinha feito e sai correndo até o outro automato.
Ao chegar perto o bastante,percebi que ele andou para trás,mas eu sabia que ele era um automato,pois tinha reparado antes de começar o treinamento,e foi preciso apenas por a adaga atrás do boneco fazendo com que ele cometesse suicídio, bonecos imbecis,pensei e revirei os olhos.
Isso pra mim nem foi uma luta direito,olhei a minha volta e comecei a brincar com outros autônomos em passos ritmados ia destruindo um por um, sem pena, no final percebi os estragos que havia feito mas não me importei, ofegante escutei palmas atras de mim e me virei assustada assim que vi o centauro pensei "me ferrei"...
-Muito bem criança, estas melhorando, mas Annie isso não é hora, volte para o seu chalé filha de Atena, amanha continua seus treinamentos...
Assenti rapidamente e sai da arena correndo de volta ao meu chalé antes que ele mudasse de ideia e eu tivesse que lavar os estábulos ou algo pior...


Nada a Declarar


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MensagemAssunto: Re: Arena De Treino   Sab Jul 27, 2013 10:55 pm

Muito boom parabéns.
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MensagemAssunto: Re: Arena De Treino   Dom Jul 28, 2013 11:16 am



Um... Dois... Três!

Estou na arena com dois NPCs. Estou vestindo isto. É manhã e o céu está nublado. Os trechos nesta cor são falas minhas, os trechos nesta são falas de outros personagens. Os nesta são pensamentos.

Okay, eu definitivamente estava no paraíso: Pipoca no café da manhã. Se minha mãe um dia chegasse a saber o quanto comi hoje cedo levantaria do túmulo só para me estapear – sempre reclamava quando me empanturrava de pipoca, se esta era doce dizia que eu ficaria diabética, se era salgada afirmava que acabaria hipertensa. Minha opinião? Simplesmente não agüentava o estado hiperativo em que eu entrava após me alimentar em excesso desta perfeição: Era impossível manter-me parada, a energia pulsava em meu cerne com tanta força que seria capaz de dar uma volta ao mundo e ainda preparar um bolo depois (está bem, nem tanto, mas dá para ter uma noção). A propósito, agora eu me encontrava exatamente deste jeito. Fazer algo deixara de ser opção, era uma necessidade. Meio andava, meio saltava, meio corria pelo acampamento, os olhos virando de um lado para o outro e as mãos ocupando-se com qualquer coisa que encontrassem. Não tinha um destino aparente, somente queria me mover, sentir esta sobrecarga esvair-se em forma de ações, mas logo escolhi um ao ver o reluzir de espadas. Mal adentrara na arena e já me punha a tagarelar com quem quer que estivesse lá.
_Oi! Eu sou Mandy, e você? Não importa. O que estão fazendo? É algum jogo? Posso fazer também? É difícil, é divertido? Informações por favor. Esta aqui é a arena, não é? É sério que vocês tem espadas? – Teria continuado por mais algumas horas, não tivesse uma garota me interrompido.
_Ei, calma! Devagar, menina.
Comerei a repetir o discurso, palavra por palavra, num ritmo menos acelerado.
_Uma coisa de cada vez. – Interveio quando cheguei à quinta ou sexta pergunta. Parecia conter o riso, estaria achando graça de mim ou de minha atitude? – Eu sou Caroline, estamos treinando, não, sim, sim, depende. Pronto, o que mais?
_Hum... Quais eram as perguntas mesmo? – Refleti, tentando associar respostas e questões. – Ah, não importa. Tem algo legal para eu fazer aqui?
Ela riu, contudo a outra moça ali presente não parecia tão paciente. _Vamos treinar ou tagarelar? – Quis saber, irritada. Se era uma pergunta retórica não percebi, mas é fato que ela continuou sem me dar tempo para responder. – Mandy, não é? Novata? Sim, parece ser. Pegue uma espada.
Apontou para algo que parecia um mini-arsenal. Fiquei boquiaberta com a quantidade de armas, mas estava agitada de mais para me demorar na escolha. Apanhei a primeira que vi – uma longa de lâmina larga, um pouco pesada – e virei-me para a instrutora.
_Esta aqui pode ser?
Assentiu.
_Sabe alguma coisa de esgrima?
_Hum... Sei que usam a parte afiada para cortar as pessoas.
_É, não sabe.
_Estamos treinando bloqueio, quer fazer também? – Perguntou a mais simpática.
_Ela provavelmente nunca pegou numa espada, Carol. Não vai agüentar este nível de treino.
_Quem disse que não? – Exclamei um pouco ofendida. Certamente nunca empunhara algo assim, todavia não podia ser tão difícil (ou ao menos era o que esperava). Fui prontamente ignorada.
_Ensine-a uma coisinha ou outra, Angel. Estamos precisando de um descanso, mesmo.
_Você está, eu não. – Murmurou, logo após acrescentando. – Bem, mal não vai fazer.  Agora vê se segura isto direito.
Pegou minha mão e a ajeitou de forma brusca envolta do punho. É certo que senti o objeto muito mais equilibrado, contudo não gostei da rudez dela. Voltou a apanhar sua espada.
_Vamos lá, quero ver até onde sabe. Tente não ser cortada em duas. No três. – Com este comentário feliz começou a contagem. – Um... Dois... Três!
Nem tive tempo de erguer a arma, logo a garota estava com a ponta da sua parada a poucos centímetros de meu pescoço.
_Está dormindo?!
_Me pegou desprevenida. – Tentei justificar. Revirou os olhos.
_Te falei quando ia atacar. Fosse numa luta de verdade já estaria decapitada, mesmo que seu adversário fosse um babuíno. – Okay, agora ela estava me ofendendo. Bufei, pensando em qual a probabilidade de eu acertar aquela cara. “Paciência”, murmurou uma vozinha em minha cabeça, quase totalmente abafada pela gama de insultos que eu mentalizava. – De novo. Um... Dois... Três.
As espadas chocaram-se no ar. Senti o punho escorregando entre meus dedos enquanto a força do impacto desequilibrava-me, logo estes o soltado. Mais uma vez apenas uma curta distância separava-me de, no mínimo, um ferimento grave.
_Está por acaso atacando? Não projete a coisa, muito menos use o gume para defesa. – Censurou, sequer comentando minha melhora. – Use a parte chata. E afaste mais os pés, se quiser dobre os joelhos um pouco, vai ajudar a manter o equilíbrio. Está segurando errado, volte para a posição em que te coloquei. Pronta? Pronta. Um, dois, três!
Antes que eu tivesse tempo de fazer metade das coisas que ela falou o ataque já vinha em minha direção. Interceptei-o como ordenado, entretanto a arma ainda voou de minhas mãos. Tem como uma coisa ser divertida e frustrante ao mesmo tempo? O que tinha feito de errado agora?
_Exato. Um...
_Hein? – Questionei, não a entendendo.
_Não use a ponta. – Esclareceu. Pelo jeito alguém fizera tal comentário, mas estando eu concentrada em Angel não percebera a tempo.
_Está bem.
_Dois... – Continuou. – Três!
Milagrosamente deu certo. A espada fez uma parábola, inclinando-se ao final para atingir meu pescoço (a menina parecia gostar de decapitar pessoas, toda hora mirava ali!), mas foi parada ao bater na metade inferior da minha lâmina. De meus braços às costas senti o impacto do golpe, todavia não foi forte o suficiente para fazer-me ceder.
_Certo. – Falou, esboçando um sorriso. Este morreu tão rápido quanto veio. – Sorte? De novo. Um, dois, três!
Ela driblou minha arma com uma facilidade indignante. Perguntei-me o quanto estivera se esforçando das últimas vezes. Não muito, concluí, afinal não dissera Caroline que aquilo era um “descanso”? Tal pensamento irritou-me. Por um segundo pensara estar indo bem...
_Sorte. – Confirmou. – Melhore esta postura, traga a espada mais para perto do corpo. Você não está atacando alguém, não precisa incliná-la desse jeito. Outra vez. Um, dois, três!
Meu cérebro estava tão ocupado em maldizê-la que sequer reparou quando o ataque foi executado, fazendo uma tentativa falha de defesa que terminou com a minha espada voando para o chão (quase acertou Carol, a qual não ficou muito feliz com isto).
_Está rija como uma tábua, relaxe, nervosismo não serve de escudo. Está juntando os pés de novo, afaste-os. – Inspirei profundamente, fazendo em parte o que era ordenado. Ficar calma, contudo, mostrara-se mais difícil do que devia.
_Um minuto de descanso?
_Num minuto estaria morta, se isto fosse real.
_Mas não é. – Lembrei-lhe. O cansaço, tanto físico quanto mental, corroia-me.
_Trinta segundos. Cronometrados. – Cedeu, e como foi dito foi feito. Assim consegui meio minuto inteirinho para respirar e imaginar a cabeça da instrutora separada do corpo antes de continuarmos. – Acabou. Vou exigir mais por causa do descanso. Um... Dois... Três!
Incrível: Mirou num lugar que não era o pescoço! A arma voou em direção a meu flanco esquerdo, um giro de pulso confundindo-me e me fazendo bloquear o lugar errado.
_Não adiantou muito.
_Claro! Você fez essa coisa estranha com a mão.
_Essa “coisa estranha com a mão” poderia te matar. Quer viver? Então aprenda a lidar com ela.
_Então me ensine!
Lançou-me um olhar gélido.
_Está juntando os pés. – Foi a única resposta – De novo. Um, dois, três.
Minha respiração estava acelerada, a roupa tão suada que já cogitava torcê-la, todavia o cansaço não foi o suficiente para impedir-me de desviar aquele ataque. Este fora direcionado à minha coxa, vindo de baixo para cima. Apoiei a ponta da espada no chão enquanto usava o resto para parar a outra, empurrando-a em direção ao solo com o intuito de prendê-la. Atingi o primeiro objetivo, contudo não o segundo.
_Não te ensinei isto. Outra vez. Um, dois, três!
Tão irritada ficara que minha face corava, estava determinada a arrancar uma mínima aprovação daquela garota. Sua lâmina desceu em arco contra minha cabeça, sendo parada pouco acima da guarda. Lágrimas subiram aos olhos, tamanha foi a força necessária para aquilo.
_Limpe isto, não pode ver se estiver chorando. – Esperou que eu o fizesse, o que era novidade. – Mais outra. Um, dois, três!
Eu estava arfante desde a penúltima tentativa (na verdade desde muito antes, mas a dificuldade atingira seu auge naquele ponto), agora, então, já conseguia sentir o sangue pulsando em minhas orelhas tão fortemente que parecia prestes a rompê-las. Tive certa dificuldade, todavia aparei o golpe. Este veio sem nenhum floreio, apenas uma curva horizontal mirando o flanco, e foi defendido do mesmo modo: Tive de segurar na lâmina (por um milagre não me cortando... Muito.), inclinando o cotovelo direto para cima enquanto projetava o esquerdo para traz antes de descer a mão de volta para a guarda. Recusei-me a imaginar o quanto doeria se não tivesse conseguido fazer tudo a tempo. Uma gota de suor escorria pela testa, sequei-a enquanto esperava o veredicto.
_Talvez você não seja um desperdício total. – Durante todo esse tempo aquilo foi o mais próximo de um elogio que recebi, logo me dei por satisfeita, até encontrei forças para abrir um sorriso! – Ainda temos tempo para algumas repetições. Caroline, você se importa?... – Não vi a resposta da outra, contudo deve ter sido uma afirmativa, pondo em vista a continuação. – Bem, preciso terminar com a Carol. Caso tenha vontade pode ficar para assistir. Aliás, venha aqui amanhã cedo se quiser continuar a treinar.
_Vou... Passar. – Disse entre arfares, referindo-me a ficar e olhar. Estava exausta, imunda e dolorida. A energia antes acumulada já se esvaíra quase por completo, precisava urgentemente de uma ducha. – Te vejo amanhã.
Era um discurso bem curto em comparação àquele que dei ao entrar na arena, entretanto não poderia ser mais proporcional a meu ânimo. Estar satisfeita com os resultados não reduzia o esgotamento, sendo assim rumei em direção aos chalés.
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MensagemAssunto: Re: Arena De Treino   Seg Jul 29, 2013 12:11 pm

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MensagemAssunto: Re: Arena De Treino   Sex Ago 02, 2013 8:57 pm



Sinto o sangue entre os dedos!

Estou na arena com um NPC, citei outro NPC. Estou vestindo isto. É manhã e o céu está parcialmente nublado. Os trechos nesta cor são falas minhas, os trechos nesta são falas de outros personagens. Os nesta são pensamentos.

Confesso que hesitei um pouco em ir à arena na manhã seguinte. Ficara muito dolorida com o último treino e o machucado em minha mão (mesmo sendo superficial) incomodava. Se este era o principal motivo? Certamente não. Eu estava longe de simpatizar com a instrutora e pelo modo como ela me tratava era recíproco. Todavia sentia-me igualmente desconfortável em não aparecer por lá, parecia uma desistência. Se há uma coisa de que não gosto é deixar algo inacabado: Sentia ainda não ter provado ser mais que um desperdício de tempo, logo ali estava eu, caminhando rumo à arena.  Já era quase dez e meia quando cheguei, outros campistas praticavam aqui e ali, todos com a mesma expressão cansada – pelo jeito eu me atrasara. Esquadrinhei o local em busca de Angel, mas meus olhos só foram encontrar os de Caroline, a qual se aproximou com um sorriso solícito no rosto. Retribuí-o.
_Se não é a pequena Mandy...  Sentiu saudades? Ou só veio treinar, mesmo?
_Um pouco dos dois. Onde está a Angel? Cheguei muito tarde? Já acabou? – Como de costume lancei várias perguntas de uma só vez, ansiosa de mais para fazê-las separadamente.
_Ah, ela teve uns... Probleminhas. Nada importante, acabou saindo cedo.
_Que problemas? – Interrompi-a, curiosa. Pareceu vacilante em responder.
_Coisa pessoal. Enfim, quer continuar de onde parou? Temos ainda meia hora antes de ceder a arena para o tiro ao alvo.
_Sim, sim! – Repeti a palavra para dar ênfase a minha animação, já correndo à mesa e apanhando uma espada.
_Vamos ver se se lembra da última prática. Pronta?
Pus-me em posição, afastando os pés e flexionando ligeiramente os joelhos enquanto segurava o punho com ambas as mãos.
_Pronta.
_Bom. – Afirmou, ao que abri um sorriso. Bem menos difícil era arrancar-lhe elogios do que da outra. – Dobre um pouco os braços, assim... Aproxime a espada do corpo. Ótimo.
Conforme falava eu corrigia minha posição, hora ou outra precisando que suas mãos me guiassem. Ao menos aconselhava antes de atacar.
_Está melhor?
_Bastante. Mantenha-se em posição e...
Sem aviso prévio a lâmina desceu em minha direção, pegando-me de surpresa. Mais surpreendida fiquei quando o golpe praticamente se “auto-aparou”, nem precisei mover-me!
_Percebe? – Perguntou. Encarei-a com perplexidade. – Pode não ter a área de um escudo, mas onde sua lâmina cobre ataques transversais não chegam. Então basta posicioná-la no caminho e deixar que faça o serviço.
_Mas ela toda hora cai!
_É porque você usa a parte errada. A ponta está muito longe da mão, não tem grande controle sobre ela, tente usar o meio. Ou então segure a lâmina, mas não recomendo, não agora. Entendido?
E por que cargas d’água não me disseram isto antes? Era uma pena que Angel não estivesse ali, sentir-me-ia tão bem estampando meus dedos em sua cara...
_Entendi.
_Então vamos tentar de novo. Ah, e não espere que eu fique repetindo “um, dois, três” por aí, tenho dó de minha voz.
_Está b... – Antes que terminasse a frase já tinha de baixar a espada para defender-me de um golpe em direção às pernas, tomando cuidado para seguir o recente conselho. Sorri ao interceptá-lo, apesar de meus músculos já doloridos terem reclamado – e alto – do esforço (eu precisava espaçar melhor esses treinos).
_Ótimo, se lembra do básico. É uma opinião pessoal, mas acho válida, então aconselho: No caso de estocadas é mais prático desviar, precisa de menos mira. Já deve estar cansada disto, – Mudou repentinamente de assunto, sem dar-me tempo para comentar. – quer aprender outra coisa?
_Quero! – Era quase possível ver meus olhos brilharem. – Vou aprender a cortar pessoas, agora?
_Prefiro que guarde os cortes para monstros, mas sim. Abaixe a espada. – Fiz o pedido. – Não, não como se estivesse descansando, finja que vai defender um ataque na coxa. Mão esquerda no punho, mão direita por cima, próxima à guarda. Coloque um pé para frente e o outro para trás, quase perpendicular ao corpo.
Fiquei um pouco desnorteada com o excesso de comandos, parando no “finja que vai defender um ataque”.
_Wow! Espera aí, pode repetir?
Ela riu, redizendo e dando alguns intervalos para eu seguir o que era ordenado.
_Assim?
_Quase... Só inverteu os pés. E diminua um pouco o ângulo entre eles. – Mais uma pausa para eu me ajeitar. – Okay, arrume essa postura e estará perfeito. Agora, quando eu te atacar, você vai erguer a espada até ficar paralela à testa, segurando com a mão esquerda entre a ponta e o meio da lâmina. Entende o que digo?
Assenti, atenta.
_Então vamos tentar.
A arma descreveu um arco mirando minha cabeça.  Fiz o movimento ensinado, ou ao menos tentei fazer, e até aparei a investida, contudo Carol não parecia satisfeita.
_É um começo. Levantou pouco a espada. Desse jeito no próximo passo pode acabar tendo a cara acertada.  – Próximo passo? É, por isso estava tão fácil. – Deixe-me te ensinar. É claro que não terá tempo de fazer isto em batalha, mas como é só um treino... Segure-a com ambas as mãos daquele jeito que você fez. Agora erga sobre a cabeça e olhe fixamente para frente. Vá descendo devagar, quando você ver a espada com clareza é porque está na altura certa, nem mais, nem menos.
Fiz-lo, tendo de repetir umas três vezes até que Caroline se desse por satisfeita. Nota mental: Pedir uns dois minutinhos ao monstro para eu ajeitar a arma no ângulo correto.
_ Isso. Deixe o pulso direito mais ou menos em paralelo com o ombro, se não ela vai ficar torta.
Três segundos depois e a lâmina repetia o movimento, mais uma vez sendo parada com alguma dor (pois afinal eu tinha de ter machucado os dedos esquerdos, seria pedir de mais que a mão saudável e hábil fosse à segurar a parte afiada). Acabei flexionando um pouco os braços com o impacto, entretanto voltei-os à posição correta antes que a instrutora percebesse.
_Muito bem, mas você vai receber o golpe com o fio.
_Mas Angel não disse...
_É, ela disse. Só que para alguns movimentos é preciso quebrar esta regra. Agora faça.
Os curativos romperam-se quando aparei o terceiro golpe, um gemido de dor escapando por meus lábios (provavelmente abafado pelo som das lâminas em choque, ou então apenas ignorado).
_Tente me atacar do mesmo jeito, agora. É mais fácil demonstrar que explicar.
_Beleza.
E assim descobrir que um quilo pode ser bem pesado quando movido em uma parábola, principalmente na subida. Perguntei-me como Angel conseguira parar todos aqueles golpes antes que acertassem minha cara, era tão pesado! Caroline demonstrou o movimento que havia me ensinado com uma facilidade ultrajante, depois dando um passo à frente e movendo a espada num arco horizontal, como se quisesse estocar alguém a suas costas. A guarda prendeu minha lâmina, puxando-a para o lado. Logo o pomo vinha em direção a minha face, coisa pouco agradável e desnorteadora numa luta real. Para completar ela girou o corpo, o que teria feito um belo corte se meu rosto estivesse um pouquinho mais para frente.
_Nossa. – Falei, quase boquiabrindo-me. E eu que pensava ser difícil defender aqueles golpes do treino passado... Angel estivera só brincando comigo.
_Conseguiu entender? Defesa, um passo para frente desviando a lâmina, bate com o pomo, volta cortando. – Repetia os passos contra um inimigo imaginário enquanto falava. – Sua vez. Primeiro sozinha, quero ver se entendeu mesmo o movimento. Vou falando e você vai fazendo, te corrijo quando necessário. Em posição.
Novamente fui para o posicionamento indicado, segurando com menos firmeza a espada devido às feridas recém-abertas em minha palma.
_Os dedos estão frouxos. – É, não passou despercebido. Apertei o punho, os olhos enchendo d’água (consegui, contudo, fazer com que parassem nisto, nem uma gota escorrendo). – Agora defende.
Enquanto erguia-a com a mão direita a esquerda ia para a lâmina, ou ao menos tentava ir. Precisei de mais algumas tentativas para conseguir sincronizar os movimentos, sempre acabava agarrando-a antes ou depois da hora.
_Subiu um pouco de mais. Tem de estar no centro de sua visão, não se esqueça. – Abaixei, mesmo não sabendo como isto poderia influenciar numa luta de verdade. – Ah, e dobre um pouco mais o braço. Passo e desarme.
Deixei o peso sobre a perna esquerda enquanto projetava a outra alguns metros a frente, flexionando os joelhos quando esta chegou ao chão e virando o corpo.
_Não, não. Deve virar-se enquanto anda. Repita. Volte para a posição inicial e defenda.
Fiz isto rápido, ao que ela não notou o fato de eu segurar o punho com menos força do que o devido.
_ Agora passo e desarme.
Repeti o processo anterior, desta vez girando o quadril enquanto caía sobre o pé direito.
_Bata com o pomo.
Okay, esta parte, ao menos, foi fácil. Só precisei projetá-lo para frente, era como uma estocada ao contrário.
_Volta cortando.
Senti dificuldades em executar o movimento, quase perdendo o equilíbrio.
_Tire a planta do pé do chão, apóie-se na ponta. Já no da frente faça o oposto.
_Beleza.
Bem mais fácil girar sobre o calcanhar do que sobre toda a sola, apesar de ser igualmente fácil desequilibrar-se. De qualquer modo meu adversário invisível agora teria uma bela ferida, caso existisse.
_É, bom começo. Excelente, para falar a verdade. Achei que precisaria de mais treino até acertar. – Ambas sorrimos. – Nosso tempo está acabando, te vejo amanhã?
Fiz uma careta.
_É, talvez.
_Está tudo bem? – Ergueu uma sobrancelha.
_Está sim, é só cansaço.
Riu.
_Normal, com o tempo se acostuma.
Hesitei por um momento.
_Hum... A Angel vai vir amanhã?
_Provavelmente não, por quê?
Abri um sorriso.
_Te vejo amanhã, então.
Sem esperar a reação da garota virei-me, guardando a espada e saindo da arena.

Não, pera... É meu!
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MensagemAssunto: Re: Arena De Treino   Dom Ago 04, 2013 11:40 am

♥ Parabéns Pelo Treino Mandy Mearlen \o  ♥

Escrita correta : 18/20
Criatividade do Texto : 15/20
Nível de Combate : 13/20
Utilização de Armas : 17/20
Total (Recompensas) : 63/80 Exp + 1 level + 150 Dracmas

(Atualizado)
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MensagemAssunto: Re: Arena De Treino   

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