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 Um dia com os Cavalos-One Post para Mandy Mearlen!

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Éolo
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MensagemAssunto: Um dia com os Cavalos-One Post para Mandy Mearlen!   Sex Jun 28, 2013 2:56 pm


Um Dia com os Cavalos!
Missãozinha para aliviar o dia da Mandy Mearlen!


Mandy havia sido mandada para cuidar dos cavalos do Estabulos,ela foi avisada um dia anterior do que ela tinha que cuidar dos cavalos,infelizmente enquanto ela vigiava um cavalo fugiu,assim deixando ela com um trabalho extra para procurar o cavalo...

Criterios:

-15 Linhas no minimo
-5 Dias para entregar
-Explique como foi seu dia antes e durante de você cuidar dos cavalos
-Explique quem ti mandou fazer tal trabalho.
-Diga de forma coerente como capturou novamente o cavalo e termine dizendo o que aconteceu depois de vigiar os cavalos..
-Boa Sorte!

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Mandy Mearlen
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MensagemAssunto: Re: Um dia com os Cavalos-One Post para Mandy Mearlen!   Sex Jun 28, 2013 9:28 pm



CAVALOS (E) OPORTUNISTAS

Estou nos estábulos com um NPC, não citei ninguém. Estou vestindo isto. É manhã e o céu está claro, algumas nuvens despontando aqui e ali. Os trechos nesta cor são falas minhas, os trechos nesta são falas de outros personagens.

 Era meu primeiro dia no acampamento e que grande tarefa recebo? Isto mesmo: Cuidar de um bando de cavalos! E olha que eu nem gosto desses animais, como foi que acabei nessa? Estivera tão agitada com a mudança na noite anterior que respondera um apressado “sim” a todas as perguntas que me dirigiram, inclusive à de um engraçadinho qualquer que pedira para eu fazer seu trabalho. Achei que era só brincadeira, mas pelo jeito não: Hoje cedo o maldito apareceu com o intuito de arrastar-me até os estábulos, e para piorar o único jeito que arranjei de penalizá-lo foi chiar e reclamar durante todo o caminho.
 _Isso é um absurdo, eu nem estava te escutando! Devia ter uma penalidade para quem engana os novatos assim, aliás, não tem? Vou reclamar com o... Qual o nome mesmo? Ah, não lembro, mas você sabe quem é, e vou reclamar com ele! Ainda vai pedir desculpas de joelhos, verá. Tão ridículo, quero ver se acharia legal se alguém fizesse isto com você. E ainda me acorda a essa hora, eu não tenho aula e nem deu meio-dia! Tomara que um galho, ou melhor, uma árvore, caia em sua cabeça... – E os insultos e ameaças se estendiam até onde ia minha criatividade, vindo em quantidade tão grande que o garoto começou a berrar comigo também. – Ah, você quer que eu cale a boca? Devia ter pensado nisto antes de se aproveitar de minha boa vontade. Pois é, vou tagarelar até sua cabeça explodir!
 Continuei a falar, sem nem mesmo prestar atenção no que o outro retrucava: Só queria encher o saco, mesmo. Ele estava a ponto de me bater quando finalmente chegamos aos estábulos, e não é de se surpreender que não tenha dito coisa além de “pronto, maritaca. Irrite os cavalos, agora” antes de parir. Gritei um “já estava o fazendo” enquanto assistia-lhe ir embora, deixando-me sozinha com os eqüinos. Soltei um bufo irritado, encostando-me na parede, que ótimo começo de dia...
 Não consegui ficar muito tempo parada, passando a vagar pelo local. Eu e os animais nos ignorávamos mutuamente, ao que me distraía servindo-lhes ração, organizando uns fardos de feno, saltando sobre eles, reorganizando, andando em círculos, batendo minha cabeça contra a parede... Ah, matando o tempo, de forma geral. Por fim me restou ficar sentada num canto, encarando os animais com um ar entediado.
 _Vocês não fazem nada? – Questionei. É óbvio que não obtive resposta (o ócio ainda não me endoidara). – Queria que morressem todos.
 Bufei, os olhos pesando. Havia dias não dormia direito, e confesso que apesar de toda a agitação estava bastante cansada. Hum... Que mal poderia ter em relaxar por alguns minutos? Se os cavalos não fizeram nada até agora, não seria porque preguei os olhos que fariam.

***

 Tive um sono longo e sem sonhos, o que foi uma benção tendo em vista a frequência com que pesadelos me atormentavam. Teria continuado assim até o anoitecer, não fosse o forte sacolejo que a certo ponto alguém me deu.
 _Hein, presente, letra B, sentido! – Balbuciei, atordoada, erguendo-me subitamente. Vi-me de frente para o garoto que mais cedo me arrastada até aqui. Minha visão ainda estava um pouco embaçada, logo perdi parte de sua fala. Deuses, por que tanta preocupação em seu rosto? Eu só tinha dormido por uns minutinhos, não era nenhum fim do mundo.
_...criatura irresponsável, ele pode estar em qualquer lugar do acampamento, agora! Como pôde dormir no...
 _Calma, imagem da responsabilidade! Ele quem?
 _Meu cachorro. – Fiz uma cara de “mas o quê?!”, ao que acrescentou, girando os olhos: - Estou sendo irônico, sua besta. Quem mais? O cavalo!
 _Que tem o cavalo?
 _Fugiu, se escafedeu, virou pó... Sei lá, o que importa é que não está aqui.
 _Decora a cara de todos os bichos? – Reclamei, sem dar muita importância. Fora ele a me trazer ali, teoricamente deveria ter me dado instruções específicas sobre o que fazer, logo seria a coisa mais fácil do mundo tirar a responsabilidade de meus ombros (principalmente porque ninguém além dele me vira dormindo, ou ao menos eu assim esperava).
 _Não, mas sei contar. Agora levanta daí e vai procurá-lo.
 Espreguicei-me, bocejando.
 _Se não?... – Abri um sorriso azedo, eis aí uma vingança muito melhor que xingar até ficar rouca. Soltei uma risadinha ao vê-lo inchar de raiva. – Nem preocupa, eu ajudo a procurar.
 Dei ênfase à palavra “ajudo”, deixando claro que não faria aquilo sozinha. Tinha um limite de vezes que deixava me explorarem num mesmo dia. Ergui uma sobrancelha quando ele pareceu prestes a retrucar.
 _Olha, é o melhor que vai conseguir. Quer minha ajuda ou não?
 Foi sua vez de bufar, soltando um aborrecido “está bom”. Ah, aquilo era tão revigorante! Ele passou direto pela porta, sem nem parar para pensar. Já eu, como tenho mais que um par de neurônios, observei o chão em busca de pegadas ao segui-lo.   É lógico que um animal daquele tamanho não passou sem deixar rastros (estou falando do cavalo, só para esclarecer. Apesar de a descrição caber bem no garoto, também), foi até bem simples encontrar suas pegadas.
 _Aqui! – Chamei, apontando para a trilha. Preocupei-me mais em ver aonde ela dava do que na resposta dele. – Foi para lá.
 _Sério? Nem percebi! – Alfinetou com ironia.
 _Ah, é claro que percebeu. Afinal é por isto que estava indo para o lado oposto.
 Segui as pegadas sem esperar por um contra-argumento, queria achar logo o pangaré e voltar para minha soneca. Certamente encontrá-lo não foi tarefa difícil, afinal não era assim tão pequeno para passar despercebido, mas o mesmo fator que o tornava fácil de localizar fazia trazê-lo de volta parecer missão impossível. Minhas pernas já estavam doídas quando chegamos até a beira do lago, encontrando um grande cavalo malhado a pastar em suas margens. Senti um cutucão em meu ombro.
 _Você é surda?! – Perguntou o rapaz, delicado como um ogro. Pelo jeito estivera falando comigo e não percebi.
 _Sou, por quê? Algum problema com isto?
 Bem, certamente não era a resposta que ele esperava, pois ficou uns bons segundos me encarando antes de continuar.
 _Ah, claro, e é por isto que está me ouvindo agora. – Reclamou. Apenas torci os lábios, continuando a andar. Tão ignorante... Só porque o entendia não significava que o escutava.
 _Como vamos levá-lo de volta?
 _Você deixou escapar, você o recupera.
 _Me surpreendo cada vez mais com seu altruísmo e disposição. – Disse, revirando os olhos. Fui na frente, chegando perto do animal e tocando-lhe o pelo. Ele tentou me morder. – Cavalinho bonito, cavalinho bonito... Deixe meus dedos onde estão, beleza?
 O eqüino bufou, voltando a comer.  É, pelo jeito colaboraria tanto quanto meu amável colega. Eu me sentia idiota, mas continuei conversando com o animal:
 _Que acha de uma cenoura? Voltemos para o estábulo e te dou um monte delas! – Tentei chantagear, mas teria mais resultado se eu tivesse falado com uma pedra. – Bicho estúpido...
 Ah, aquilo ele ouviu. Virou-se de costas para mim e... Argh, defecou em meus pés! Mudei de posição antes que eles fossem soterrados em fezes, praguejando alto. Lancei um olhar fuzilante para o garoto que deveria estar me ajudando, mas que na prática só assistia e gargalhava.
_Para de rir e vem me ajudar, filho duma... – Parei no meio da frase. Não queria ofender os deuses, não por um besta como aquele.
 Nada fez. Eu sentia minhas bochechas corarem, a raiva preenchendo-me. Graças aos céus não tinha nenhuma pilha ali por perto, elas costumavam dar pane quando eu me irritava.
 _Muito bem, pocotó, você quer brincar? – Cantarolei, o tom falsamente alegre. – Então vamos brincar.
 Já ouvira falar que uma mordida de cavalo não era nada agradável (o que foi uma informação meio redundante, pois qualquer mordida não o é), contudo estava disposta a correr o risco. Aproximei a mão da cara do animal e, como previsto, ele tentou atacá-la. Recuei, cutucando-o mais uma vez. Afastei-me antes que pudesse revidar, obrigando-o a se mover para tentar o fazer. O que eu fazia incitando-o a ter raiva de mim?  Não sabia ao certo, e havia uma grande chance daquilo terminar em merda. Por algum milagre, contudo, ele não galopou atrás de mim, e sim foi avançando lentamente, parando para comer nos intervalos entre os cutucões (criatura fresca, por que não ficou com a ração ao invés de sair para pastar?). Foi um processo lento, cômico e de certo modo assustador (visto que eu não sabia quando tiraria de vez o cavalo do sério), mas por fim consegui conduzi-lo de volta aos estábulos.
_Não tem cenouras hoje. – Sentenciei categoricamente, encarando-o com severidade, todavia recebi tanta atenção quanto antes. Vir-me-ei então para o garoto, que este tempo todo apenas seguira-me, não movendo um músculo para ajudar. Abri um sorriso afetado, juntando as mãos. – Sua vez de vigiar os cavalos, mocinho.
 Saí sem mais palavras, ignorando completamente seus protestos. Ele que se virasse, dar-lhe-ia o mesmo auxílio que me forneceu. Bem... Agora precisava tirar um pouco de esterco dos pés. Descalcei os sapatos, pegando-os com as pontas dos dedos e fazendo uma careta. Ugh, daria trabalho limpar aquilo. Hum, fazia isto agora ou ia dormir?... Ia dormir, com certeza. Caminhei rumo aos chalés, pronta para um merecido (ou não, mas indefere) descanso.

RECEITA PERFEITA PARA UM DIA IMPERFEITO
THE RAVEN@ CG!
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MensagemAssunto: Re: Um dia com os Cavalos-One Post para Mandy Mearlen!   Sex Jun 28, 2013 9:38 pm


Avaliação-Um Dia com os Cavalos!
Missãozinha para aliviar o dia da Mandy Mearlen!


Meu Deus,você é um escritora profissional né? só pode,sua capacidade e sua Imaginação são Notavelmente notaveis,gostei muito,você não fugiu do contexto e por mim você ganharia muito com esta missão,queria ter uma prole como você ....

Prêmios:
-100 XP
-Samanda[Uma espada com um poder especial,ela é capaz de conduzir água e se comunicar com Poseidon,assim como ela pode falar,também se transforma em num anel...]

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MensagemAssunto: Re: Um dia com os Cavalos-One Post para Mandy Mearlen!   

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